A final da Copa Africana de Nações transformou-se num dos episódios mais controversos do futebol recente, depois de a Confederação Africana de Futebol decidir retirar o título ao Senegal e atribuí-lo ao Marrocos.
Dentro de campo, o Senegal tinha celebrado a vitória, mas tudo mudou após uma análise disciplinar aos acontecimentos do jogo. A CAF considerou que os protestos dos jogadores senegaleses, incluindo a saída temporária do relvado, violaram as regras da competição e comprometeram o desfecho da partida.
A decisão oficial determinou uma derrota administrativa para o Senegal, fixando o resultado em 3-0 a favor de Marrocos. A medida foi justificada como necessária para preservar a integridade da prova.
O encontro já tinha sido marcado por grande tensão, sobretudo após um penálti muito discutido nos instantes finais. Esse momento desencadeou protestos intensos, criando um ambiente de descontrolo que acabaria por influenciar o desfecho oficial.
Além da perda do título, o Senegal enfrenta possíveis sanções adicionais, enquanto Marrocos herda um troféu envolto em polémica.

